Mataram-se-me
Tenho pensado em mim, no que sinto, no que temo, no que espero. Por momentos fico abalada com tanto amor e força que observo; não os quis, já os deixei, mataram-se-me.Porquê?
A força chega a um ponto em que já não é ela, é meramente o hábito da ultrapassagem, do costume à dificuldade, da incessante e cansativa busca pela felicidade.
O amor?
Oh o amor…
Não me acho capaz de amar; amo-me, isso basta.
