Ingénua - um texto soft portanto
Eram tão bons os tempos das paixonetas inocentes; sem cheiros, sabores, recordações únicas, experiências novas, sem hábitos, dependências, comodidades. Eram tão bons os amores pelo telemóvel ou chats da Internet; sem olhares intensos, sabores de lágrimas, ecos de gritos e explosão de raiva numa expressão de impotência. Era tão bom quando o ouvir de uma palavra bonita chegava. Era tão bom quando via os filmes e acreditava no “foram felizes para sempre”. Era tão bom quando sonhava ser alguém confiante e feliz com pleno auto controlo.
É tão bom quando não se ama… e sou tão ingénua ao pensar que podemos viver sem amar.
É tão bom quando não se ama… e sou tão ingénua ao pensar que podemos viver sem amar.

2 Comments:
era tão bom quando acreditava que tinha todo o tempo do mundo, que as coisas/pessoas esperavam por mim!
era tão bom, acreditar que o mundo girava em torno de mim e que por mais erros que cometesse havia sempre uma solução!
era tão bom acreditar que era livre e dependente, que não precisava de ninguém!
é tão bom quando se ama... e sou tão ingénuo ao pensar que posso amar sem ser amado, e na minha inocência, tenho esperança.
independente* :s
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