Seis da manhã, algures em Junho de dois mil e cinco…
Há quem diga que as palavras aprisionam sentimentos, então, tudo quanto aqui escrever não será mais que a contenção dos mesmos que até agora não viveram mais que nesta prisão humana e racional que me possui.
Gostava de dedicar este texto sobre nada em termos de conteúdo a alguém, porém, uma vez que aqui ficarão trancados os sentimentos como assim se teoriza, não tenho ninguém mais capaz de os compreender de que eu mesma. Dedico-me este texto cujas características captadas por o homem racional não são mais que exuberantes manifestações do ser irracional e incapaz da lógica que se me vai, por sinal, incrementando.
Retomando aos sentimentos, como nos vamos sentindo?
Sente-se o que se sente ou o que se pensa sentir?
Are we living or lying?
Living or lying?
Living or lying?!...
Gostava de dedicar este texto sobre nada em termos de conteúdo a alguém, porém, uma vez que aqui ficarão trancados os sentimentos como assim se teoriza, não tenho ninguém mais capaz de os compreender de que eu mesma. Dedico-me este texto cujas características captadas por o homem racional não são mais que exuberantes manifestações do ser irracional e incapaz da lógica que se me vai, por sinal, incrementando.
Retomando aos sentimentos, como nos vamos sentindo?
Sente-se o que se sente ou o que se pensa sentir?
Are we living or lying?
Living or lying?
Living or lying?!...
(Afinal, também to dediquei…sabe-lo?)
